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Sabiam que a Pitoco nem sempre foi feita por nós?
No começo sim, éramos nós, a cadeirinha Pitoco nasceu neste fundo de quintal, gentilmente cedido pelo meu tio Zé, na Vila Anglo – SP, quando depois de uma experiência mal sucedida em montar um espaço coletivo, virei uma marceneira sem teto... e com trabalho para entregar. Demos um jeito no espaço com um mutirão de amigos, instalamos lonas para proteger as entradas de chuva, e foi lá, neste clima de aventura que desenvolvi o protótipo número #05 da cadeirinha-cubo, que mais
Mauri Cá Marília
há 4 dias3 min de leitura


Por que essas crianças não estão escondidas, elas estão sendo reveladas.
Quem convive com uma criança pequena sabe: elas não pedem licença para existir. Elas chegam ao mundo explodindo personalidade, selvagens, intensas, honestas, inteiras. E é fácil esquecer disso quando a vida adulta nos habitua ao controle. A gente tenta moldar, ajustar ao que sonha, espera ou acredita. Mas esse é o caminho mais rápido para sufocar aquilo que é mais precioso: o que a criança já é. O maior desafio da maternidade é permitir que seu filho seja quem realmente é. Me
Mauri Cá Marília
2 de abr.2 min de leitura


Dia de revelar o desenho do mês
Hoje é dia de virar a folha. O ritual mágico dos amantes do tempo. Ciclo novo começando no nosso velho calendário gregoriano. E todo primeiro dia do mês eu mostro aqui a pintura original do calendário Pitoco — ilustrado à mão, que muitos de vocês têm em casa. Aproveitando a onda dos multi personagens que habitam em mim (ontem vocês conheceram Geisa), apresento a pessoa que desenha aqui na nossa marca. Mauricá, também conhecida como Mauri. Mauricá nasceu em 2015, quando a Marí
Mauri Cá Marília
1 de abr.1 min de leitura


Trago notícias da Pitoco
Vocês bem sabem que eu sou da turma dos introvertidos, não sabem? Que o que eu gosto mesmo é de ficar quieta no meu canto, na oficina ou na cápsula, construindo, desenhando, estudando…O que eu mais gosto na vida é ficar sozinha com a minha cachola. Falar, definitivamente, nunca foi o meu forte. Eu sou daquelas crianças que o gato comeu a língua mais de trocentas vezes. Jovenzinha fui dançarina - e era um alívio não precisar usar palavras pra me expressar. Depois trabalhei mai
Mauri Cá Marília
30 de mar.2 min de leitura
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